E um novo ciclo começa...
Um felino dispara atrás do pequeno roedor
O menino que aprende a andar tropeça
E já aprende a sentir dor
Abre-se a cortina, começa a brincadeira
Sorri o palhaço de sorriso tristonho
Brilham os olhos das crianças, sua platéia verdadeira
A arte de criar o sorriso é um trabalho enfadonho
Quem tropeçava já cresceu
Quem sorria já morreu
E assim o tempo vai passando, ciclos começando, em um constante: "Olá-adeus"
E assim segue a vida
Como acordes musicais
Tocam tanto em marchas fúnebres
Quanto em marchinhas de carnavais.
(Pablo Fonseca)
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